sexta-feira, 28 de maio de 2010

A Virgem Santíssima Vela sobre a Eucaristia


No dia 28 de janeiro de 1772, a aldeia de São Pedro de Paterno, situada a três quilômetros de Nápoles, foi palco de terrível sacrilégio: Ladrões roubaram do tabernáculo dois cibórios contendo centenas de hóstias consagradas, depois encontradas graças a uma intervenção milagrosa: apareceram luzes no local onde tinham sido enterradas. Na manha de 26 de fevereiro, um sacerdote cavando a terra ao pé de um álamo, teve a consolação de recolher quarenta hóstias consagradas; apesar do rigoroso inverno e de chuvas torrenciais, estavam intactas, perfeitamente conservadas, tendo apenas as bordas um pouco de lama. Na tarde do dia seguinte, foram encontradas as outras hóstias, também milagrosamente conservadas.
O Cura (sacerdote) de Palermo, Matias d’Anna conta que durante o tempo decorrido entre o roubo e a aparição das luzes, um carroceiro chamado Francisco Jodice, todos os dias ao voltar de Nápoles à tarde, percebia no lugar aonde as hóstias tinham sido enterradas, uma senhora encostada numa árvore. Certo dia se atreveu a perguntar o que aquela mulher fazia sozinha ali: Estou fazendo companhia a meu Filho! Respondeu a senhora. Quando as hóstias foram resgatadas, todos entenderem que aquela mulher era a augusta Virgem Maria.
O vigário geral de Nápoles fez o reconhecimento canônico das santas Espécies e as recolheu em dois cilindros de cristal, fechados com aros de prata para que pudessem ser expostas à veneração pública.

Podemos fazer um propósito: Em toda comunhão pedir, por intercessão de Maria, a pureza de uma vida perfeita e uma maior sensibilidade com o Corpo e Sangue de seu Filho Jesus.
Fonte: Livro, Nossa Senhora do Santíssimo Sacramento, São Pedro Julião Eymard

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