sexta-feira, 24 de junho de 2011

ORAÇÃO A SÃO JOÃO BATISTA




ORAÇÃO A SÃO JOÃO BATISTA


São João Batista,
voz que clama no deserto:
"Endireitai os caminhos do Senhor,
fazei penitência,porque no meio de vós está quem não
conheceis e do qual eu não sou
digno de desataros cordões das sandálias",
ajudai-me a fazer penitência das minhas
faltas para que eu me torne digno
do perdão daquele
que vós anunciastes com estas palavras:
"Eis o Cordeiro de Deus,
eis aquele
que tira os pecados do mundo".
São João, pregador da penitência,
rogai por nós.
São João, precursor do Messias,
rogai por nós.
São João, alegria do povo,
rogai por nós.
Amém!

quinta-feira, 23 de junho de 2011

Salmos: segredo para rezar com as palavras de Deus




Escola de oração
Para o Papa, os salmos são “uma escola de oração”, pois ensinam, como acontece com as crianças com relação às palavras dos adultos, a linguagem que podemos utilizar para dirigir-nos a Deus Pai, explicou às pessoas que se reuniram na Praça de São Pedro sob um forte sol.
“Quando a criança começa a falar, aprende a expressar suas próprias sensações, emoções, necessidades, com palavras que não lhe pertencem de modo inato, mas que aprende dos seus pais e dos que vivem com ela”, explicou o Santo Padre.
“O que a criança quer expressar é sua própria vivência, mas o meio expressivo é de outros; e ela, pouco a pouco, se apropria desse meio; as palavras recebidas dos seus pais se tornam suas palavras e, através das palavras, aprende também uma forma de pensar e de sentir, acede a um mundo inteiro de conceitos e cresce com eles, relaciona-se com a realidade, com os homens e com Deus.”
Para o Bispo de Roma, “assim acontece com a oração dos salmos. Eles nos são dados para que aprendamos a dirigir-nos a Deus, a comunicar-nos com Ele, a falar-lhe de nós com as suas palavras, a encontrar uma linguagem para o encontro com Deus”.
“E, por meio dessas palavras, será possível também conhecer e acolher os critérios da sua atuação, aproximar-se do mistério dos seus pensamentos e dos seus caminhos e, assim, crescer cada vez mais na fé e no amor.”


Compreender Deus para compreender-nos
“Como nossas palavras não são somente palavras, mas nos ensinam um mundo real e conceptual, assim também estas orações nos mostram o coração de Deus, razão pela qual não só podemos falar com Deus, senão que podemos aprender quem é Deus e, aprendendo a falar com Ele, aprendemos a ser homens, a ser nós mesmos.”.
Os Salmos, em hebraico Tehillîm, "Louvores", foram apresentados pelo Papa como um livro que “nos ensina a agradecer, a celebrar a grandeza do dom de Deus, a reconhecer a beleza das suas obras e a glorificar seu Nome Santo”.
“Ensinando-nos a rezar, os salmos nos ensinam que, também na desolação, na dor, a presença de Deus permanece, é fonte de maravilha e de consolo; podemos chorar, suplicar, interceder, lamentar-nos, mas com a consciência de que estamos caminhando rumo à luz, onde o louvor poderá ser definitivo.”
Bento XVI concluiu convidando a tomar este livro santo nas mãos, para deixar-se “ensinar por Deus como dirigir-nos a Ele”.
“Façamos do Saltério um guia que nos ajude e nos acompanhe cotidianamente no caminho da oração”, aconselhou.

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Parresía: “O poder paralelo dentro da Igreja”

Nos do Seletas de Orações ficamos muito felizes com essas palavras do Pe. Paulo Ricardo, e gostariamos de que você amigo e seguidor do blog, possa enviar para seus amigos ficarem atualizados no que a Igreja diz, pensa e forma.



quinta-feira, 16 de junho de 2011

Nomeado o novo arcebispo de Brasília




Dom Sérgio da Rocha, atualmente em Teresina.


ROMA, quarta-feira, 15 de junho de 2011 (ZENIT.org) - Segundo informou a Santa Sé nesta quarta-feira, Bento XVI nomeou como arcebispo de Brasília Dom Sérgio da Rocha, até o momento arcebispo de Teresina.
Dom Sérgio sucede no cargo a Dom João Braz de Aviz, que em janeiro foi nomeado prefeito da Congregação para os Institutos de Vida Consagrada e Sociedades de Vida Apostólica. Ele é o atual presidente da Comissão da CNBB para a Doutrina da Fé.
Segundo o administrador apostólico da arquidiocese de Brasília, Dom Waldemar Passini, a data da posse será no dia 6 de agosto, às 9h, dia da transfiguração do Senhor.
Em ação de graças, a arquidiocese celebra uma missa hoje, às 20h, na Catedral de Brasília, que será presidida por Dom Waldemar.


Biografia
Dom Sérgio nasceu em Dobrada (São Paulo), a 21 de outubro de 1959. Foi ordenado presbítero na Matriz do Senhor Bom Jesus de Matão, em dezembro de 1984, e bispo em 11 de agosto de 2001, na Catedral de São Carlos.
Estudou Filosofia no Seminário de São Carlos e Teologia na PUC de Campinas. Licenciado em Filosofia pela Faculdade Salesiana de Lorena. Fez mestrado em Teologia Moral pela Faculdade Nossa Senhora Assunção (São Paulo) e obteve o doutorado na Academia Alfonsiana da Pontifícia Universidade Lateranense, em Roma.
Trabalhou no Seminário Diocesano de Filosofia, em São Carlos, como Diretor Espiritual, Professor de Filosofia e Reitor. No Seminário de Teologia de São Carlos, em Campinas, foi Diretor Espiritual e Reitor. Também foi professor e membro da Equipe de Formação dos Diáconos Permanentes de São Carlos.
Foi bispo auxiliar de Fortaleza; membro da Comissão Episcopal de Doutrina da CNBB; membro da Comissão Episcopal do Mutirão de Superação da Miséria e da Fome da CNBB; secretário do Regional Nordeste I da CNBB; presidente do Departamento de Vocações e Ministérios do CELAM, membro da Comissão Episcopal para os Ministérios Ordenados e a Vida Consagrada da CNBB e presidente do Regional Nordeste IV da CNBB.
O secretário geral da CNBB, Dom Leonardo Steiner, divulgou uma nota dando boas-vindas ao novo arcebispo de Brasília.
"Damos as boas-vindas a Dom Sérgio, desejando-lhe um fecundo pastoreio junto a esta porção do Povo de Deus da Igreja Particular de Brasília, que abriga também a sede da CNBB", diz um trecho da nota.



Fonte: Zenit

quinta-feira, 2 de junho de 2011

Interceder é “querer o querer de Deus”, diz Papa




Apresenta Moisés como prefiguração da intercessão de Cristo na cruz



Orar é amar o que Deus ama. E quem intercede, “desejando o desejo de Deus, entra sempre mais profundamente no conhecimento do Senhor e da sua misericórdia e se torna capaz de um amor que chega até o dom total de si mesmo”.
Esta foi a meditação que o Papa compartilhou na audiência geral de hoje, acerca da oração, desta vez falando sobre a passagem do Livro do Êxodo em que o povo de Israel trai o Deus que o livrou do Egito, construindo um bezerro de ouro para adorar.
Com a ameaça do castigo, explicou o Papa, Deus leva Moisés a interceder pelos israelitas, para poder perdoá-lo e, assim, levar a cumprimento a obra de salvação e manifestar sua verdadeira realidade aos homens.
“A oração de intercessão torna operativa, dessa maneira, a misericórdia divina, que encontra sua voz na súplica de quem reza e se torna presente através dele onde há necessidade de salvação.”
A salvação de Deus envolve misericórdia, afirmou o Papa, mas “sempre denuncia a verdade do pecado, do mal que existe, para que, assim, o pecador, reconhecendo e rejeitando o próprio mal, possa se deixar perdoar e transformar por Deus”.
A intercessão de Moisés “não desculpa o pecado do seu povo, não enumera supostos méritos nem do povo nem seus, mas apela à gratuidade de Deus: um Deus livre, totalmente amor, que não cessa de buscar quem se afasta, que permanece sempre fiel a si mesmo e que oferece ao pecador a possibilidade de voltar a Ele e converter-se, com o perdão, em justo e capaz de ser fiel”.
Em resumo, Moisés pede a Deus “que se mostre mais forte que o pecado e que a morte e, com sua oração, provoca esta revelação divina”.
Doação de si mesmo
Em referência à expressão que Moisés utiliza para interceder pelo povo - "Mas agora perdoa-lhes o pecado; senão, risca-me do livro que escreveste" -, o Santo Padre explicou que nela “os Padres da Igreja viram uma prefiguração de Cristo, que, no alto da cruz, realmente está diante de Deus, não só como amigo, mas como Filho”.
Jesus, na cruz, não só se oferece – “risca-me” -, mas, “com seu coração atravessado, faz-se ‘riscar’”; “sua intercessão não é só solidariedade, mas se identifica conosco; Ele nos carrega em seu corpo. E assim, toda a existência do homem e do Filho é o grito ao coração de Deus, é perdão, mas um perdão que transforma e renova”.
Por isso, o Pontífice convidou os presentes a acreditarem que “Cristo está diante do rosto de Deus e reza por mim. Sua oração na cruz é contemporânea a todos os homens, contemporânea a mim: Ele reza por mim, sofreu e sofre por mim, identificou-se comigo, tomando nosso corpo e a alma humana”.
“Do alto cume da cruz, Ele não trouxe novas leis, tábuas de pedra, mas trouxe a si mesmo, seu corpo e seu sangue, como nova aliança. Assim, torna-nos consanguíneos a Ele, um corpo com Ele, identificados com Ele.”
Jesus nos convida “a entrar nessa identificação, a estar unidos a Ele em nosso desejo de ser um corpo, um espírito com Ele. Oremos ao Senhor para que esta identificação nos transforme, nos renove, porque o perdão é renovação e transformação”.

Fonte: ROMA, quarta-feira, 1º de junho de 2011 (ZENIT.org)