quinta-feira, 29 de setembro de 2011

São Miguel, São Rafael e São Gabriel





São Miguel Arcanjo

São Miguel Arcanjo,
protegei-nos no combate,
defendei-nos com o vosso escudo
contra as armadilhas
e ciladas do demônio.
Deus o submeta,
instantemente o pedimos;
e vós, Príncipe da milícia celeste,
pelo divino poder,
precipitai no inferno a Satanás
e aos outros espíritos malignos
que andam pelo mundo
procurando perder as almas.
Em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo.
amem.


Nota:
O Papa Leão XIII, durante a celebração de uma missa particular, teve uma visão segundo a qual soube que o Demônio pediu permissão para submeter à Igreja a um período de provações. Deus concedeu-lhe permissão para provar a Igreja por um século (este século). Assim que o Demônio se afastou, Deus chamou Nossa Senhora e São Miguel Arcanjo e disse-lhes:
"Dou-vos, agora, a incumbência de contrabalançar a obra nefasta do Demônio."
O Papa a seguir compôs a oração a São Miguel Arcanjo, ordenando depois que fosse rezada de joelhos, no fim de cada Santa Missa.


Oração a São Rafael Arcanjo

Fica conosco, ó Arcanjo Rafael, chamado “Medicina de Deus”!
Afastai para longe de nós as doenças do corpo, da alma e do espírito e trazei-nos saúde e toda a plenitude de vida prometida por Nosso Senhor Jesus Cristo. Amém.
Glorioso Arcanjo Rafael, que dignastes tomar a aparência de um simples viajante para vos fazer o protetor do jovem Tobias.
Ensinai-nos a viver sobrenaturalmente, elevando sem cessar nossas almas, acima das coisas terrestres.
Vinde em nosso socorro no momento das tentações e ajudai-nos a afastar de nossas almas e de nossos trabalhos todas as influências do inferno.
Ensinai-nos a viver neste espírito de fé que sabe reconhecer a misericórdia divina em todas as provações e as utilizar para a salvação de nossas almas.
Obtende-nos a graça de uma inteira conformidade com a vontade divina: seja que ela nos conceda a cura dos nossos males ou que recuse o que lhe pedimos.
São Rafael guia protetor e companheiro de Tobias, dirigi-nos no caminho da salvação, preservai-nos de todo perigo e conduzi-nos ao céu. Assim seja.

Oração de São Gabriel

Ó poderoso Arcanjo São Gabriel, a vossa aparição à Virgem Maria de Nazaré trouxe ao mundo, que estava mergulhado em trevas, luz. Assim falastes à Santíssima Virgem; "Ave, Maria, cheia de graça, o Senhor é contigo... o Filho que de ti nascer será chamado Filho do Altíssimo".

São Gabriel intercedei por nós junto à Virgem Santíssima, Mãe de Jesus, Salvador. Afastai do mundo as trevas da descrença e da idolatria. Fazei brilhar a luz da fé em todos os corações. Ajudai a juventude a imitar Nossa Senhora nas virtudes da pureza e da humildade. Dai força a todos os homens contra os vícios e o pecado. São Gabriel! Que a luz da vossa mensagem anunciadora da Redenção do gênero humano, ilumine o meu caminho e oriente toda a humanidade rumo ao céu.

São Gabriel, rogai por nós, amém.

quinta-feira, 22 de setembro de 2011

Dia de São Padre Pio


Nasceu no dia 25 de Maio de 1887 em Pietrelcina, na arquidiocese de Benevento, filho de Grazio Forgione e de Maria Giuseppa de Nunzio. Foi baptizado no dia seguinte, recebendo o nome de Francesco Forgione. Recebeu o sacramento do Crisma e a Primeira Comunhão, quando tinha 12 anos.
Ainda criança era muito assíduo com as coisas de Deus, tendo uma inigualável admiração por Nossa Senhora e o seu Filho Jesus, que os via constantemente devido a tanta familiaridade. Ainda pequenino havia se tornado amigo do seu anjo da Guarda a quem recorria muitas vezes para auxiliá-lo no seu trajeto nos caminhos do Evangelho. Conta a história que ele recomendava muitas vezes as pessoas a recorrerem ao seu anjo da guarda estreitando assim a intimidade dos fiés para com aquele que viria a ser o primeiro sacerdote da história da igreja a receber os estigmas do Cristo do Calvário.
Narra a mamãe Peppa: “Não cometeu nunca nenhuma falta, não tinha caprichos, sempre obedeceu a mim e a seu pai, a cada manhã e a cada tarde ia à igreja visitar a Jesus e a Virgem. Durante o dia não saia nunca com os seus companheiros. Às vezes eu dizia: – “Francì vá um pouco a brincar”. Ele se negava dizendo: – “Não quero ir porque eles blasfemam”. Do diário do Padre
Aos 16 anos, no dia 6 de Janeiro de 1903, entrou no noviciado da Ordem dos Frades Menores Capuchinhos, em Morcone, tendo aí vestido o hábito franciscano no dia 22 do mesmo mês, e ficou a chamar-se Frei Pio. Depois da Ordenação Sacerdotal, recebida no dia 10 de Agosto de 1910 em Benevento, precisou de ficar com sua família até 1916, por motivos de saúde. Em Setembro desse ano de 1916, foi mandado para o convento de São Giovanni Rotondo, onde permaneceu até à morte.
Para o Padre Pio, a fé era a vida: tudo desejava e tudo fazia à luz da fé. Empenhou-se assiduamente na oração. Passava o dia e grande parte da noite em colóquio com Deus. Dizia: "Nos livros, procuramos Deus; na oração, encontramo-Lo. A oração é a chave que abre o coração de Deus". A fé levou-o a aceitar sempre a vontade misteriosa de Deus.

Aos casos mais urgentes e complicados o frade de Pitrelcina dizia: "Estes só Nossa Senhora", tamanha era a sua confiança na sua maezinha do céu a quem ele tanto amava e queria obter suas virtudes.
Desde a juventude, a sua saúde não foi muito brilhante e, sobretudo nos últimos anos da sua vida, declinou rapidamente. A irmã morte levou-o, preparado e sereno, no dia 23 de Setembro de 1968; tinha ele 81 anos de idade. O seu funeral caracterizou-se por uma afluência absolutamente extraordinária de gente.

Seu corpo se encontra preservado da corrupção até os dias de hoje.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

“Meu Deus, por que me abandonastes?” Salmo 21,22

Salmo recitado por Jesus na cruz não foi um grito de desespero

A exclamação de Jesus durante sua agonia, relatada nos evangelhos – “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?” – não foi um grito de desespero, mas o começo de um dos salmos mais profundos do Saltério, que Ele, como bom judeu, conhecia muito bem.
O Papa Bento XVI propôs uma reflexão sobre este texto hoje, em seu ciclo de catequeses sobre a oração, destacando que o salmo 22/21 constitui “uma oração sincera e comovente, de uma densidade humana e uma riqueza teológica que o convertem em um dos salmos mais rezados e estudados de todo o Saltério”.
Nele, apresenta-se a “figura de um inocente perseguido e cercado por adversários que querem a sua morte; ele recorre a Deus, em um lamento doloroso que, na certeza da fé, se abre misteriosamente ao louvor”.
Seu grito inicial, que é o que os evangelhos de Mateus e Marcos colocam na boca do moribundo Jesus, “é um chamado dirigido a Deus, que parece distante, que não responde e que parece tê-lo abandonado”.
Nele, “Deus parece muito distante, muito esquecido, muito ausente. A oração pede escuta e resposta, solicita um contato, busca uma relação que possa dar-lhe consolo e salvação. Mas, se Deus não responde, o grito de ajuda se perde no vazio e a solidão se torna algo insuportável”.
Apesar disso, “o salmista não pode acreditar que o vínculo com o Senhor tenha se rompido totalmente e, enquanto pede um porquê do suposto abandono incompreensível, afirma que o ‘seu’ Deus não pode abandoná-lo.”


No Gólgota
Na boca de Jesus, este “Meu Deus, meu Deus, por que me abandonastes?” expressa “toda a desolação do Messias, Filho de Deus, que está enfrentando o drama da morte, uma realidade totalmente contraposta ao Senhor da vida”.
“Abandonado por quase todos os seus, traído e negado pelos seus discípulos, cercado pelos que o insultam, Jesus está sob o peso esmagador de uma missão de deve passar pela humilhação e pelo aniquilamento. Por isso, grita ao Pai e seu sofrimento assume as palavras dolentes do salmo.”
Mas o Papa sublinha que “o seu não é um grito desesperado, como foi o do salmista, que, em sua súplica, percorre um caminho atormentado que chega finalmente a uma perspectiva de louvor, na confiança da vitória divina”.
O autor do salmo “vê como se põe em dúvida sua relação com o Senhor, a ênfase cruel e sarcástica dos que estão lhe fazendo sofrer: o silêncio de Deus, sua aparente ausência. No entanto, Deus está presente na existência do orante com uma proximidade e uma ternura inquestionáveis”.
Em certo momento, prosseguiu o Papa, “o orante evoca sua própria história pessoal de relação com o Senhor, remontando-se ao momento particularmente importante do início da sua vida. E lá, não obstante a desolação do presente, o salmista reconhece uma proximidade e um amor divino tão radicais, que agora pode exclamar, em uma confissão cheia de fé e geradora de esperança: ‘Desde o ventre de minha mãe vós sois o meu Deus’”.
As imagens usadas no salmo, descrevendo os agressores como bestas ferozes, “servem para dizer que, quando o homem é um ser brutal que agride seus irmãos, algo animal o possui, parece perder sua aparência humana; a violência tem algo de bestial e somente a intervenção salvadora de Deus pode restituir a humanidade ao homem”.
Diante deles, o salmista pede socorro, em “um grito que abre os céus, porque proclama uma fé, uma segurança que vai além de toda dúvida, de toda escuridão e de toda desolação. E o lamento se transforma, dá lugar ao louvor no acolhimento da salvação”, disse Bento XVI.
“Este salmo nos levou ao Gólgota, aos pés da cruz, para reviver sua paixão e compartilhar a alegria fecunda da ressurreição. Deixemo-nos invadir pela luz do mistério pascal e, como os discípulos de Emaús, aprendamos a discernir a verdadeira realidade, muito além das aparências, reconhecendo o caminho da exaltação na humilhação e a plena manifestação da vida na morte, na cruz.”
“Assim, colocando novamente toda a nossa confiança e esperança em Deus Pai, no momento da angústia, poderemos rezar-lhe com fé também nós, e nosso grito de auxílio se transformará em cantos de louvor”, concluiu o Santo Padre.
Fonte: CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 14 de setembro de 2011 (ZENIT.org)

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Bento XVI: religiões devem ser forças para a convivência



Afirma a importância dos encontros inter-religiosos pela paz

“Encontros como o que aconteceu em Assis e como o que acontece hoje em Munique representam ocasiões em que as religiões podem interrogar-se a si mesmas e perguntar como se converter em uma força para a convivência”.
Essa é a convicção expressada por Bento XVI na mensagem enviada, através do cardeal Reinhard Marx, arcebispo de Munique e Frisinga, à abertura, ontem em Munique, do encontro Bound to live together: Religiões e culturas em diálogo, organizado pela diocese alemã junto com a comunidade de Sant’Egídio.
Estes encontros, organizados todos os anos pela Comunidade de Sant’Egídio, pretendem manter vivo o “espírito de Assis” e a mensagem de paz lançada por João Paulo II há 25 anos, no encontro com os líderes religiosos do mundo.
“O viver juntos – afirmou o Papa – pode se transformar em um viver uns contra outros, pode se tornar um inferno, se não aprendermos a acolher uns aos outros, se cada um não quiser ser outra coisa além dele mesmo.”
“Mas abrir-se aos outros, oferecer-se aos outros pode ser também um dom. Assim, tudo depende de entender a pré-disposição a viver juntos como uma tarefa e como um dom, de encontrar o verdadeiro caminho para conviver.”
Este viver juntos – disse o Papa –, “que há algum tempo poderia ficar confinado a uma região, hoje não pode ser vivido a não ser no âmbito universal. O sujeito da convivência hoje é a humanidade inteira”.
“O sentido fundamental destes encontros é que devemos dirigir-nos a próximos e distantes no mesmo espírito de paz que Cristo nos mostrou. Devemos aprender a viver não uns junto aos outros, mas uns com os outros, isto é, devemos aprender a abrir o coração aos outros, permitir que nossos semelhantes façam parte das nossas alegrias, esperanças e preocupações.”
O coração – prosseguiu o Papa – “é o lugar no qual o Senhor se torna próximo. Por isso, a religião, que está centrada no encontro do homem com o mistério divino, está conectada de maneira essencial à questão da paz”.
“Se a religião fracassa no encontro com Deus, se rebaixa Deus ao nível da pessoa ao invés de elevar-nos até Ele, se faz d'Ele, de certa forma, uma propriedade nossa, então poderá conduzir à dissolução da paz.”
Se, ao contrário, “conduz ao divino, ao Criador e Redentor de todos os homens, então se converte em uma força de paz”.
“Sabemos – advertiu o Papa – que também no cristianismo houve distorções práticas da imagem de Deus, que levaram à destruição da paz. Somos chamados a deixar que Deus nos purifique, para nos transformarmos em homens de paz.”
O Papa convidou nunca deixar diminuir os esforços comuns pela paz, pois “o campo em que o fruto da paz deve prosperar precisa estar sempre cultivado”.
Ele recordou ainda que “a paz não pode simplesmente ‘acontecer’; ela é também ‘dada’. A paz é um dom de Deus e, ao mesmo tempo, um projeto a realizar, nunca totalmente cumprido”.
Precisamente por isso, “é necessário o testemunho comum de todos aqueles que buscam Deus com coração puro, para realizar cada vez mais a visão de uma convivência pacífica entre todos os homens”.
Desde o primeiro encontro de Assis há 25 anos – recordou o Papa –, “aconteceram e acontecem muitas iniciativas pela reconciliação e a paz que enchem de esperança, mas infelizmente há também muitas ocasiões perdidas, muitos passos atrás”.
“Terríveis atos de violência e terrorismo sufocaram repetidamente a esperança da convivência pacífica da família humana na alvorada do terceiro milênio, velhos conflitos se ocultam sob as cinzas ou explodem novamente, e a eles se acrescentam novos enfrentamentos e novos problemas.”
“Tudo isso nos mostra claramente que a paz é um mandato permanente, confiando a nós e, ao mesmo tempo, a dom a ser invocado”, disse o pontífice
Fonte:CIDADE DO VATICANO, segunda-feira, 12 de setembro de 2011 (ZENIT.org)

quinta-feira, 8 de setembro de 2011

Bento XVI: Deus sempre reponde ao grito humano



Papa continua com sua “escola de oração”, agora com os salmos
Apesar dos perigos que cercam o homem, se este não duvidar da presença de Deus, experimentará a salvação, porque Deus escuta o grito humano, afirmou hoje o Papa Bento XVI.
O Pontífice, que se transladou de helicóptero de Castel Gandolfo à Praça de São Pedro para a audiência geral, quis propor aos presentes, dentro do seu ciclo de catequeses sobre a oração, toda uma lectio divina com o salmo 3.
Trata-se, como explicou, de um salmo “de lamentação e de súplica, imbuído de uma profunda confiança, no qual a certeza da presença de Deus é o fundamento da oração que se produz em uma condição de extrema dificuldade do orante”.
Segundo a tradição judaica, é um salmo composto pelo rei Davi quando fugia de Jerusalém, perseguido pelo seu filho Absalão.
“A situação de angústia e de perigo experimentada por Davi é o pano de fundo desta oração e uma ajuda para a sua compreensão”, pois, “no grito do salmista, todo homem pode reconhecer estes sentimentos de dor, de amargura, e ao mesmo tempo de confiança em Deus, que, segundo a narração bíblica, acompanhou Davi em sua fuga da cidade”, explicou o Papa.
O salmo começa com um grito de angústia diante dos “numerosos inimigos” que o cercam: “uma multidão surge e se levanta contra ele, provocando-lhe um medo que aumenta a ameaça, fazendo-a parecer ainda maior e terrível”.
O salmista “não se deixa vencer por esta visão de morte, mas mantém firme sua relação com o Deus da vida e é a Ele a quem se dirige, em primeiro lugar, buscando sua ajuda”.
A tentação da fé
No salmo, no entanto, “os inimigos tentam também destruir este vínculo com Deus e destruir a fé da sua vítima. Estes insinuam que o Senhor não pode intervir, afirmam que nem Deus pode salvá-lo”.
Este salmo, afirmou o Papa, “nos afeta pessoalmente: são muitos os problemas em que sentimos a tentação de que Deus não me salva, não me conhece, talvez não tenha a possibilidade; a tentação contra a fé é a última agressão do inimigo e devemos resistir a ela porque assim nos encontramos com Deus e encontramos a vida”.
Diante desta tentação, o salmista “invoca Deus, chama-o pelo seu nome”, prosseguiu. Nesse momento, “A visão dos inimigos desaparece agora, não venceram porque quem crê em Deus está certo de que Deus é seu amigo”.
“O homem já não está só, os inimigos já não são tão imbatíveis como pareciam, porque o Senhor escuta o grito do oprimido e responde do lugar da sua presença, do seu monte santo. O homem grita na angústia, no perigo, na dor; o homem pede ajuda e Deus responde.”
“Este entrelaçar-se do grito humano e da resposta divina é a dialética da oração e a chave de leitura de toda a história da salvação. O grito expressa a necessidade de ajuda e interpela à fidelidade do Deus que escuta”, sublinhou o Pontífice.
A oração, acrescentou, “expressa a certeza de uma presença divina que já se experimentou e na qual se acreditou, e se manifesta plenamente na resposta salvífica de Deus. Isso é importante: que, na nossa oração, esteja presente a certeza da presença de Deus”.
Por isso, “inclusive no meio do perigo e da batalha, pode dormir tranquilo, em uma atitude inequívoca de abandono confiante”.
“O medo da morte é vencido pela presença d'Aquele que não morre. É justamente a noite, povoada de medos ancestrais, a noite dolorosa da solidão e da espera angustiante, que se transforma: o que evoca a morte se converte em presença do Eterno”, acrescentou.
O Papa convidou os presentes a rezar este salmo, fazendo seus “os sentimentos do salmista, figura do justo perseguido que, em Jesus, encontra seu cumprimento”.
“Na dor, no perigo, na amargura da incompreensão e da ofensa, as palavras do salmo abrem o nosso coração à certeza consoladora da fé. Deus sempre está perto – escuta, responde e salva do seu jeito.”
No entanto, “é necessário saber reconhecer sua presença e aceitar seus caminhos, como Davi fugindo humilhado do seu filho Absalão, como o justo perseguido do Livro da Sabedoria, como o Senhor Jesus no Gólgota”.
“E quando, aos olhos dos ímpios, Deus parece não intervir e o Filho morre, então é quando se manifesta a todos os crentes a verdadeira glória e o cumprimento definitivo da salvação”, concluiu o Papa.
Fonte: CIDADE DO VATICANO, quarta-feira, 7 de setembro de 2011 (ZENIT.org)